Sei que foram muitas idas e vindas.. mas pretendo me estabelecer novamente e permanentemente no meu outro blog.Espero que me acompanhem nesse novo ano! :)
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quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Postado por Isabella às 22:04 1 comentários Links para esta postagem
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
A rosa

Era uma rosa,desbotada e murcha,mas ainda assim não deixava de sê-la.
Suas pétalas pesavam e seu vermelho escarlate agora se transformava em um marrom sem vida. Não era notada no jarro onde estava,mas era observada minuciosamente por alguém do outro lado da sala.
Sua observadora descruzou os braços, tombando a cabeça num gesto delicado e praticamente calculado.Não conseguiu esconder as lágrimas que rápidas, fugiram por seu rosto molhando os lábios secos de raiva.
E num murmúrio qualquer,contrariou profundamente a ideia de jogar aquela flor fora dando-se conta que novamente enchera o jarro com água fresca.Sabia que ali alimentava um sentimento que há muito tempo morrera, mas quebrar a ordem natural dos fatos jogando-a fora seria como cometer um crime, exterminando o pouco de vida que ali restava.
E continuaria a alimentá-la até que restassem apenas farelos sem nenhum significado,na vã esperança de que o sumiço da rosa,também sumisse com seu coração partido.
Postado por Isabella às 19:33 8 comentários Links para esta postagem
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Recado
Oie! Tudo bem?
Hoje quero fazer um pedido para vocês, nada muito complicado,somente que visitem o blog da minha irmã.Ela está me cobrando muito pra eu divulgar aqui (irmãos mais novos ¬¬), ela tem 10 anos e eu sinceramente não sei sobre o que ela vai postar,mas o primeiro post ficou engraçado.
Eu e ela agradecemos se você seguir ;)
Clique AQUI para conhecer o blog.
Beijos! ;*
Postado por Isabella às 19:18 2 comentários Links para esta postagem
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Cores,giros e saudades.

Sinto um cheiro conhecido no ar, como se gotículas de perfume me trouxessem você de novo.Posso ver seu rosto a uma distância quase tangível com um sorriso escorrendo por entre os lábios.
Sinto o toque da suas mãos em meu braço e vejo em detalhes o modo como as cores de seus olhos oscilam sob o sol. Azul, verde. E sinto-me perdida em seu olhar caledoscópico a fim de fazer parte dessa brincadeira de matizes cheia de vontades perigosas.
Logo, não tenho medo de me aventurar ao desconhecido e dançar sobre o fogo.
E essa tão estranha vontade me faz apertar meus braços ao redor de seu pescoço sem medo do sofrimento arrependido que sempre me atormenta.
Meus pés literalmente não tocam o chão enquanto giramos e tudo ao meu redor se esvai em gargalhadas;cores que me deixam tonta e se transformam em irreconhecíveis borrões que somem rápido demais se tornando o nada. O que provoca em mim o desespero e a revolta e assim-finalmente-a convicção,me fazendo esfregar os olhos, constatando a dura realidade de estar deitada em uma cama sem ninguém ao meu lado.
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sábado, 21 de agosto de 2010
Um ano de blog.
É.. um ano. Ou melhor um pouquinho mais de um ano e eu nem percebi (meu primeiro post aqui foi dia 09 agosto de 2009). Quero agradecer a todo mundo que me segue e que comenta. E como é aniversário do blog, vou relembrar alguns momentos.
Primeiro post do blog: Amiga é pra essas coisas.
Não é o meu preferido, mas foi a primeira inspiração "repentina" que eu resolvi postar.
Um momento emocionante:
O comentário que meus amigos deixaram no post "E só agora você percebe..." enquanto estavam na escola e possivelmente comentaram escondidos. Confesso, quase chorei.Não vou aguentar... vou ter que postar o comentário :D
"É verdade... esse 9º ano vai ser pra SEMPRE lembrado...ñ só pelos momentos bons, como tbm pelos runs...tantas reclamações, brigas, amores, risos, ternura, afeto, carinho, ciúmes, raiva, ódio,paixões, enfim, tudo isso já faz parte da nossa história. Agradecemos por todos os momentos presenciados, e a você por recordar tudo isso neste belo e sincero texto.
Beijos também sinceros,
Gabi, Vivian, Mayara e Daniel."
Um tributo a uma "amizade" antiga : Post Carta há uma amiga,nem tão "amiga" assim...
Meu conto preferido: Anjos de Marchfield Parte I II
III e IV
Espero que ano que vem eu esteja aqui de novo fazendo uma nova retrospectiva ;].Mais uma vez muito obrigada.
Beijos ;*
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sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Um bilhete involuntário.

Eu não esperava isso, sério mesmo.Vir aqui e escrever algo que eu não queria admitir nem que eu queria te mostrar,mas algo em mim ,talvez meu otimismo forte demais, fez com que meus impulsos nervosos agissem como se tivessem sido eletrocutados e obrigassem minha mão a rabiscar as palavras. Me desculpe por não saber controlá-los, seria como controlar a batida involuntária de um coração.Que este por coincidência parece gritar seu nome.
_______
Olá,como vão? Meu deus! eu estou cheia de coisas para fazer. Sem contar que esse computador aqui resolveu pegar um vírus do feio,atrasando tudo. Perdi todos os meus textos arquivados no word /eu chorei :"( e por pouco (ufa!) não perdi meu trabalho de filosofia (preciso terminar logo hehe).
Esse foi um míni texto/bilhete que escrevi também no tumblr, daí resolvi postar aqui.
Bom final de semana gente! Eu voltarei em breve, se esse trator aqui não engasgar de novo :@
bjos ;*
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domingo, 8 de agosto de 2010
Nymph (2)

- Você não acredita em mim. - Um tremor percorreu o corpo de Alexandre ao pronunciar essas palavras,quase o que convencendo de que tudo havia sido mentira.
- Acorda cara, nós já procuramos essa garota pela floresta e pela cidade inteira admita que você sonhou. - Henry pronunciou as palavras claras e decididamente enquanto olhava duramente para o amigo que espiava entre as árvores.
- Eu sei, mas era tão real! - Alexandre não pode conter um suspiro ao lembrar-se do rosto da garota.
- Você já disse isso mil vezes, e quer saber? Eu tô cansado, não aguento mais. E se você não for embora dessa floresta agora comigo,eu vou ser obrigado a te levar para um hospício. - Henry puxou a mão de Alexandre tentando o arrastar para fora da clareira onde se encontravam. Já era noite e as primeiras estrelas começavam a desapontar no céu como pequeninos vagalumes, logo, as árvores se transformariam em sombras negras e seria difícil destingi-las em meio a escuridão da noite.
-Vai na frente, eu prometo que te sigo, só quero checar uma coisa. - Com as mãos hábeis se livrou do braço do amigo e caminhou decidido como um soldado, em meio a vegetação.
- Tá bom, olha, você sabe o que faz e eu não sou seu pai. Aliás você tem quase 18 anos.- Henry bufou, sabia que Alexandre não o escutava devido a distância.Olhando o amigo se afastar como quem sentisse pena,Henry andou em silêncio deixando o amigo sozinho.
A noite começava a esfriar e Alexandre podia sentir os dedos dos pés esfriando e o vento se tornar mais forte em seus cabelos.O céu já estava escuro como nanquim e a lua minguante parecia empoeirada cercada por finas nuvens.
Uma sombra trêmula e ágil passou ao seu redor, o que fez com que tudo a sua volta se silenciasse abruptamente.Desconfortável e com um pouco de medo Alexandre sentiu seu coração disparar por sob a camiseta e com um movimento brusco se virou tentando capturar todas as imagens ao seu redor.
- Q..Quem está aí? - Sua voz não soou como gostaria, mas um súbito ataque de coragem o dera forças para continuar a frase.
No início não houveram respostas, aliás como haveriam? Haviam barulhos, sons que durante o dia não poderiam ser reconhecidos: O farfalhar das folhas que com o vento,dançavam nas copas das árvores e o ulular de uma coruja ao longe. Seus olhos se concentraram minuciosamente em cada ponto da floresta olhando-a com atenção até que com espanto reparou que uma sombra humana se encontrava parada quase invisível próximo há um carvalho robusto. Seu medo falou mais forte,e uma descarga elétrica de adrenalina fez seu corpo tremer avisando que o perigo se aproximava e que seria preciso correr. Preparando suas pernas para uma longa caminhada ele deu impulso em seus pés e após meia passada pôde sentir que algo se enroscava em seu tornozelo com força o que o fez tropeçar e cravar os dentes na língua.
- Respire fundo , não é nada - Disse ele a si mesmo ainda deitado sobre as folhas secas.
- Como ousa me chamar de nada? - Uma voz feminina e musical, que ele espantosamente parecia conhecer, sussurrou em meio a escuridão enquanto caminhava lentamente fazendo as folhas estalarem.
- Q.. Quem é você? - Alexandre perguntou vacilante.
Não foi preciso responder a pergunta, ao sair da penumbra, o rosto falava por si. Era ela,a garota dos sonhos banhada pela fraca luz do luar com os cabelos presos numa trança jogada aos ombros e os pés descalços na relva emaranhada de folhas.
- Eu sou Orítia, o que faz por aqui? - Ela o olhou seriamente enquanto fazia um gesto em espiral com dedo indicador fazendo a raiz desprender-se dos tornozelos do rapaz.
- Co-Como você fez isso?
A garota revirou os olhos e sem paciência perguntou-lhe novamente.
- O que faz aqui? Qual o seu nome?
- Alexandre,eu vim.. passear.
- Você não me engana garoto.Sei que quer algo comigo,mas não vou obrigá-lo a falar agora. Melhor ir para casa ,é perigoso ficar por aqui, a floresta tem ouvidos. -Ela remexeu os olhos,sussurrando como se esperasse que algo ou alguém estivesse espreitando a conversa.
Ele assentiu,dando meia volta, tentando descobrir para onde deveria ir.Deu uma passo a direita, outro à esquerda e hesitou parando.
- Está perdido, não é mesmo?
- Não tenho certeza.-Ele mordeu o lábio inferior
- Realmente, você está.Me siga que te tirarei daqui.- Ela riu e virou-se assumindo a frente.
- Você mora em uma casa aqui na floresta ou algo do tipo? - Ele voltou-se a ela, não escondendo a curiosidade.
- Algo do tipo. -Orítia respondeu secamente.
- E as suas amigas, elas estão por aqui?
- O que você sabe sobre elas? =Ela franziu os lábios tomando uma expressão carrancuda - Uma única coisa que quero que você saiba: tome cuidado com o que fala, elas não podem saber que estou com você.
- Ahh entendi! Elas são ciumentas. – Ele riu , nervoso.
- Quem me dera fosse isso o problema.
- Você quer sair algum dia desses comigo? - Ele disse sem pensar enquanto abaixava a cabeça,parecendo constrangido.
- Sabe.. eu não tenho muito tempo livre, só algumas horas. - Ela continuou caminhando enquanto andava pela floresta com habilidade.
- Tem tempo livre agora, certo? - Orítia assentiu enquanto desviava de um galho. - Então venha comigo,vamos sair agora; e você vai começar me explicando como fez aquele truque com a raiz.
Ela não hesitou, não disse nada, seu cérebro estava a quilômetros por hora enquanto tentava entender tudo que estava acontecendo. Era um menino tão doce, e seus olhos cor de âmbar seguros e serenos diziam que não poderia fazer mau a ninguém. Finalmente deixou-se levar pela intuição sabendo que mesmo assim poderia se meter numa grande encrenca. E deu a ele sua mão ainda guiando o percurso saindo da floresta rumo à noite agitada de uma cidade que os esperava de braços abertos.
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Passei mto tempo sem postar.. As aulas voltaram e as provas também! De todo jeito, só faltam mais 4 meses. *-* [finge que é pouco]
Essa história está meio longe de terminar, mas pra não ficar cansativo vou postando outras coisas também.
Acho que é só . =* Bjo, boa semana.
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